Séries

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Ímãs, Terra, bússolas e linhas de indução (alunos do 3ºE.M.)

As bússolas são capazes de nos orientar ao Norte. Mas afinal, por quê?

Bem. Acredita-se que uma porção do núcleo terrestre chamada NiFe, e constituída por níquel e ferro fundidos, apresente uma quantidade considerável de íons em movimento ordenado, o que gera um campo magnético. A interação entre este campo e a agulha leve e imantada da bússola é a responsável por sua orientação.

Você bem sabe que os polos de nomes diferentes de dois ímãs se atraem, e os de nomes iguais se repelem.  Mas os fenômenos magnéticos são muito mais presentes em sua vida do que uma bússola pode apontar.

Linhas de indução são recursos geométricos para representar o campo elétrico produzido por um ímã. Em seu material didático, elas são discutidas. Aqui, você poderá brincar com uma simulação que lhe permite entender um pouco melhor as linhas de indução. Para acessar a simulação, clique o link a seguir e, na nova página, clique em RUN NOW. Você pode ter de instalar uma versão mais recente do Java para rodá-la.


Depois de brincar com ela, pense e responda: o que as pequenas bússolas mostradas têm a ver com as linhas de indução?

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Investigando a difração (para alunos do 3º E.M.)

Caros alunos do 3º E.M.


Nesta segunda-feira tivemos uma aula sobre difração e eu gostaria de compartilhar com vocês uma simulação muito interessante sobre o assunto. Infelizmente ela está em inglês, mas deixarei a seguir algumas instruções para que você possa aproveitar melhor o potencial didático deste recurso.


Para rodar esta simulação, pode ser que você tenha de instalar uma versão recente do Java.


Clique aqui para acessar a página da simulação. Após instalá-la e abri-la, brinque com ela à vontade.


Estando familiarizado com a simulação, e com ela ainda aberta, siga as instruções abaixo para compreender melhor o fenômeno da difração.


Clique na aba LIGHT (para simular experimentos envolvendo luz) e em seguida, clique em RESET ALL, à direita da janela. Se preferir, clique no sinal "+" no canto superior direito da cuba de ondas.


No campo AMPLITUDE, deslize o cursor para a extrema direita.


No campo WAVELENGTH (comprimento de onda) deslize o cursor até o violeta (à esquerda) e observe as ondas formadas. Em seguida, deslize-o até o vermelho. Compare o comprimento de ondas formadas nos dois casos e as freqüências. Observe e reflita, as freqüências crescem do vermelho para o violeta ou do violeta para o vermelho?


Agora clique em SHOW SCREEN (mostrar anteparo), deslize o cursor WAVELENGTH até o azul e, em seguida, clique em ONE SLIT (uma fenda), no campo lateral direito. Um obstáculo com uma fenda será adicionado. Você poderá controlar a posição do obstáculo e a abertura da fenda clicando diretamente sobre ele. Qual o princípio físico que você pode observar neste caso?


Agora clique em TWO SLITS, deslize o cursor SLITS SEPARATION até o valor 1750nm e o cursor SLIT WIDTH até 260nm, aproximadamente, ou seja na primeira marca divisória à direita do zero. Você poderá observar as franjas de difração causadas pela interferência das ondas que atravessam as fendas no anteparo à direita do campo de ondas.


Agora brinque à vontade com a simulação, mudando a posição da barreira, os tamanhos das fendas (SLIT WIDTH), os comprimentos de onda (WAVELENGTH) e o que mais você quiser.


A verificação das franjas de interferência, que são as regiões claras e escuras alternadas no anteparo, é uma das provas de que a luz apresenta comportamento ondulatório. Aliás, o comprimento de onda da luz pode ser medido analisando-se o espaçamento entre as ondas, mas... Paremos por aqui!


Espero que tenham gostado!